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quinta-feira, 31 de maio de 2012



Neste mês de maio, mês dedicado à Maria e às mães, a Igreja Particular de Vitória do Espírito Santo ganhou mais dois padres, Altamiro Domingos da Silva e Esteban Suarez Souza, os quais foram ordenados nos últimos dias 05 e 12, pela oração da Igreja e imposição das mãos do nosso Arcebispo Metropolitano, o Exmo. Sr. Dom Luiz Mancilha Vilela, ss.cc. Assim sendo, permita -me tecer um breve comentário acerca do Sacramento da Ordem que, na realidade, é conferido em três graus: diaconato, presbiterado e episcopado.
A Sagrada Ordenação é realizada dentro da Celebração Eucarística Estacional, após a Liturgia da Palavra, precedendo à Liturgia Eucarística. “Pela imposição das mãos do Bispo e pela Prece de Ordenação, é conferido aos candidatos o dom do Espírito Santo para o múnus de Presbíteros” (cf. Ritual de Ordenação de Bispos, Presbíteros e Diáconos, p. 56).
Concelebraram  as ordenações os Exmos. Srs. Bispos auxiliares da Igreja sobredita, Dom Rubens Sevilha e Dom Wladimir Lopes, além da presença de padres, diáconos, seminaristas e outros que, de algum modo, realizaram-se junto aos neopresbíteros, uma vez que o presbiterado é fruto do Sacerdócio de Cristo e, portanto, da Igreja.
Pe. Altamiro exerceu o seu diaconato na Paróquia São Francisco de Assis – Porto de Santana (Cariacica), a qual o acolheu também para ser sua primeira paróquia como padre. Já o Pe. Esteban serviu como diácono na Paróquia São Sebastião em Afonso Cláudio e, brevemente, irá para a Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Alfredo Chaves) exercer seu ministério presbiteral.
A ordenação desses irmãos é, sem dúvida, um presente que Deus havia reservado para a Igreja local e que, sabiamente, no momento certo, lhe concedeu- a considerar que tanto o Pe. Altamiro quanto o Pe. Esteban, antes de ingressarem no Seminário Arquidiocesano ‘ Nossa Senhora da Penha, experienciaram em cidades distintas outros modos de vida em comunidade (congregação e ordem religiosa) – o que certamente cooperou para o crescimento deles.
Deste modo, faço votos que o ministério recebido pelos padres Altamiro e Esteban seja verdadeiramente fecundo em suas vidas e que a Virgem da Penha, nossa mãe querida, interceda a Jesus Cristo, a fim de que os vocacionados ao serviço ministerial ordenado busquem configurar seus corações ao coração do Pai.

Nossa Senhora da Penha. Rogai por nós. 
Sem. Fernando Antonio Souza

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Celebração Eucarística.

Padre Toninho e Seminarista Evandro


A igreja vive da Eucaristia” nos ensinou o Papa João Paulo II,  a vivência da eucaristia nos faz mais preparados para missão, celebrar o mistério pascal  a cada dia nos ajuda a viver a nossa vocação a santidade, vocação primeira de todos os cristãos, nos faz sermos solidários com nossos irmãos mais pobres e necessitados, com a graça de Deus nós aqui no Seminário Nossa Senhora da Penha vivemos a experiência diária com o Mistério Eucarístico, nos alimentando da mesa da Palavra e da mesa do Pão sacramental, assim nos preparando para viver nossa vocação de sermos sinais de Cristo num mundo tão desigual, podemos dizer que em Cristo nosso senhor encontramos o verdadeiro sentido das nossas vidas.

Veja mais fotos:
http://semavesfotos.blogspot.com.br/



sábado, 28 de abril de 2012

Missa com os Visitantes.

Padre Weberson e Padre Luiz Henrique

Todos sábados as 10:30h no Seminário Nossa Senhora da Penha temos a Santa Missa celebrada por um padre de nossa Igreja de Vitória hoje (28/04) presidiu a Eucaristia Padre Luiz Henrique (Paróquia São Pedro - Guarapari) Juntamente esteve conosco Padre Werberson (diretor do propedêutico) com a partipação dos nossos Visitantes da Comunidade Santa Inês da Paróquia Santa Mãe de Deus (Ibes).


Comunidade Santa Inês e Seminaristas.

Ato Penitencial.


Liturgia da Palavra.

Proclamação do Santo Evangelho.


Distribuição da Eucaristia.

Oração para o almoço.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

PÁSCOA: VIDA PLENA NO RESSUSCITADO



O domingo da Ressurreição é por excelência o cume da nossa fé, pois nesse dia celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, portanto, o último inimigo a ser vencido. “Vencendo a corrupção do pecado, realizou uma nova criação. E, destruindo a morte, garantiu-nos a vida em plenitude” (cf. prefácio da Páscoa).
            A terminologia Páscoa, em hebraico, péssach, significa passagem. Assim sendo, ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a passagem para uma vida nova. Deus, que na sua infinita misericórdia enviou-nos seu Filho unigênito, a fim de que a salvação entrasse neste mundo. “Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para julgar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele” (cf. João 3, 17).
            A liturgia da nossa Igreja prolonga a alegria da Ressurreição de Cristo por oito dias, os quais constituem a oitava da Páscoa. Nestes, somos exortados a refletir a respeito da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo; grande mistério da nossa fé.
Ademais, o Tempo pascal se estende até o domingo de Pentecostes. São cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição e o domingo que comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos. Estes, são marcados pela alegria e pela exultação, “Cristo ressuscitou, aleluia, aleluia!”; certamente uma grande festa em torno de um grande mistério, um extenso domingo, por assim dizer.
            No decurso desses cinquenta dias, os textos bíblicos elucidam a experiência de fé das primeiras comunidades cristãs, bem como a dos apóstolos. Com isso, percebemos a importância de assumir, de fato, nosso batismo, visto que somos convidados a dar continuidade ao projeto de vida plena, inaugurado por Deus na pessoa de Cristo. Desse modo, à medida que assumimos verdadeiramente a missão de sermos, à luz da Palavra, promotores do Reino, assumimos também a postura de autênticos discípulos. “Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos [...]” (cf. Mt 28,19).    
            Que a espiritualidade desse Tempo pascal nos ajude a estar próximos cada vez mais de uma vivência alicerçada em uma profunda e verdadeira intimidade com Jesus Ressuscitado; e que no domingo de Pentencostes experimentemos a graça de perceber a manifestação de Deus em favor da humanidade. “Para levar a plenitude dos mistérios pascais, derramastes, hoje, o Espírito Santo prometido, em favor de vossos filhos e filhas” (cf. prefácio de Pentecostes).


Sem. Fernando Antonio Souza

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quinta Feira Santa

9h - Missa do Crisma na Catedral de Vitória

A Missa do Crisma é celebrada na manhã da Quinta-Feira Santa, na catedral de Vitória, com a participação de todos os sacerdotes da Arquidiocese, que renovam as promessas sacerdotais.  Durante a Celebração o Arcebispo faz a oração da bênção dos óleos que servirão para ungir os fiéis ao longo de todo o ano: nas celebrações de batismo, da crisma,  ordem e unção dos enfermos.


          Missa do Crisma na Catedral de Vitória no ano de 2011

terça-feira, 3 de abril de 2012

VISÃO GERAL SOBRE A SEMANA SANTA

            Durante o Tempo da Quaresma a liturgia nos ajuda a viver e partilhar o Mistério Pascal da Paixão de Jesus Cristo, caminhando com Ele para Jerusalém. Uma caminhada de encontro decisivo com pessoas e grupos incapazes de compreender a nova proposta de vida de Cristo para a humanidade, por causa do formalismo religioso. Por isso, decidiram “matar Jesus” (Jô 11,53). As leituras bíblicas, a partir da IV Semana da Quaresma nos colocam no contexto desses conflitos, os quais desencadearam na morte de Cristo.
            Com a Semana Santa vivenciamos os últimos acontecimentos da vida terrena de Jesus. Nossa participação nesta referida semana convêm que seja plena, digna, piedosa, bem celebrada e vivida. Constitui um verdadeiro retiro espiritual para o cristão católico.
            O Tempo da Quaresma conclui-se com os primeiros cinco dias desta semana. No Domingo de Ramos fazemos memória da entrada messiânica de Cristo em Jerusalém, para realizar seu Mistério Pascal. É o único domingo que fazemos memória da Paixão do Senhor.
            A liturgia da segunda, terça e quarta-feira continua apresentando Jesus como servo sofredor, que “inocente quis sofrer pelos pecadores e santo quis ser condenado a morrer pelos criminosos. Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreição nos trouxe vida” (Prefácio do Domingo de Ramos da Paixão do Senhor). Assim sendo, Cristo passou pela experiência da paixão para entrar na glória do Pai.
            Na quinta-feira, normalmente na parte da manhã acontece a “Missa do Crisma”, chamada também de “Missa da Unidade da Igreja local”, na qual contemplamos o “Sacerdócio de Cristo e o ministério sacerdotal”. A Igreja é enriquecida com um sacerdócio real, pois Deus escolheu e continua escolhendo servidores que “pela imposição das mãos participam do seu ministério sagrado” (Prefácio da Missa do Crisma). Nessa celebração, participamos da bênção dos santos óleos para os sacramentos do batismo, da crisma e da unção dos enfermos. Na parte da tarde recordamos a instituição da Eucaristia, iniciando o Tríduo Pascal. Após a celebração da Ceia do Senhor segue o translado da reserva eucarística em memória da paixão e morte na espera da ressurreição.
            Na sexta-feira celebramos a paixão e a morte de Cristo às três horas (cf Mt 27,45-56). É um dia de jejum que se prolonga até a Vigília Pascal no sábado. A Via-Sacra expressa nossa identificação com Jesus sofredor, ferido e maltratado, mas vitorioso e ressuscitado.
            Sábado é dia de silêncio e recolhimento; acontece durante a noite a Vigília Pascal da Ressurreição de Cristo, com sua riqueza de símbolos. A vigília é celebrada a noite e concluída antes da aurora do Domingo da Ressurreição. Como se pode notar é uma liturgia única.
            O Tempo Pascal vai do Domingo da Ressurreição até a Solenidade de Pentecostes. Nesse tempo celebramos a oitava e os seis domingos da páscoa com sua conclusão na Ascenção do Senhor e em Pentecostes.
           
Boa Semana Santa a todos!


Pe. Ivo Ferreira de Amorim
Diretor Espiritual do Seminário

Celebração Penitencial

Na última sexta-feira do mês de março, dia 30, nós do seminário Nossa Senhora da Penha realizamos, às 20 horas a nossa celebração penitencial. Foi uma belíssima celebração preparada pela equipe de liturgia da semana e presidida pelo nosso reitor, Pe. Adenilson. Sendo a quaresma tempo propício para a conversão e para uma profunda análise dos nossos projetos de vida, celebrar a Misericórdia de Deus neste dia nos possibilitou consagrar todo este período como uma grande confissão, em que no final recebemos de Deus a absolvição e o amoroso conselho paterno: “Vá e não peques mais” (Jo 8,3). Embora não tenhamos recebido o Sacramento da Reconciliação ao final do nosso encontro orante, o que nos é recomendado procurar uma vez por mês, este tempo serviu para renovarmos os nossos propósitos diante de Deus: suplicar forças para corrigir onde erramos e confirmar o quanto é grande o coração Misericordioso de Deus, que não nos acusa diante dos descaminhos traçados, mas que festeja o retorno dos filhos perdidos.

Sem. Gudialace Oliveira
4º ano de Teologia